

mesmo . São estas pequenas coisas que contam. Essas pequenas coisas que, para além de contarem, também doem. Isso significa sempre muito mais. É.mesmo . by ~Zoraic
Lembro-me de nós. Do que fomos ou do que somos ou do que eu pensava que éramos.
Lembro-me de um cheiro. Não sei definir. Não vale a pena. Era bom. Ponto.
As coisas mudam tão rapidamente e ninguém se apercebe de nada. Eu não me apercebo. Tu também não. Acho eu. É mau. As pessoas são tão... Digamos que, difíceis. Também não sei definir. Esta indefinição é geral. Não sei nada. A sério, é estranho pensar nas coisas como elas são, olhar objectivamente quando amamos o subjectivo. O subjectivo da nossa vida. Da


o chao que pisas sou eu . Dois corpos vazios. Dois copos nus. Cheios de mim. Despidos do mundo como o som que entra e sai algures ali e aqui. Palavras indistintas formam uma espécie de ansiedade boa e má que me corrói por dentro. É especial. Dois papéis escritos. Duas mensagens. Uma de amor. Uma de ódio. Uns opostos extremos. Nós. Relacionamentos indistintos e anónimos que se cruzam no quotidiano banal do amor. Arte. O amor é a arte do nosso dia a dia. Tu és a arte que preenche o meu corpo. Tu és a arte que enche o meu copo, que dá vida ao branco, que morre dentro do preto para resurgir no azul verde vermelho amarelo lilás. Aquilo que nunca tive de ti é saboroso. Eu so chao que pisas sou eu . by ~Zoraic